terça-feira, 18 de maio de 2010

ida

Sentados na vida, escolhemos tempos sem ida.
Ainda há quase tudo a fazer, deixar o vento crescer.
Aqui fica o sonho que incide, é só o som do momento que decide.
Ficar assim, a olhar de mim, vendo tudo, vendado num fim.
Exprimir e expremer o coração, sorrindo de longe e de mais perto à ambição.
Acreditar que há o mais além, abraçar o calor de alguém.
Separar enfim o joio, murmurar um feliz apoio.

terça-feira, 4 de maio de 2010

aqui


*andorinhas
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