quarta-feira, 7 de novembro de 2007

o tempo ainda passa

Que nada sabem e que tudo querem

Eu que nada sei
Eu que sonho e sempre sonhei
E esqueço

Peço a laje que me queima
Esmaga os dedos sem motivo
Não morro, não respiro, mas estou vivo

Parece-me o fundo
Só conheço este mundo
Procuro outros que me acordem

O auxílio urge e surge
Também alguém que ainda me lê
Enfrento o combate sem saber porquê

Afinal porque o tempo passa
Também consegue amadurecer
A expectativa seguiu o penoso alvitre
Não há razão para esquecer
Louco, eu, que descubro o que sempre sei

1 comentário:

Vieira MCM disse...

Louco? Não!
Diferente, especial.
No sítio certo para que o auxilio surja.

Espectacular.

Bjkas

Vieira MCM

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