insónia

Desça à terra que me ata. Nesta nave de unguento ingénuo. Limpa choques. Deixe-me dormir, não me mostre. Os seus cabelos repousam. Sentem-se belos. Não os molhe. Então deixe-me ir. Já é tarde para vir. Desta vez é como vê. Não enumere o que não contempla. Quero antever. Franqueie para mim. Silêncio. Não me acorde. Desta vez não me aferra. Então é... uma boa noite. Amanhã o jogo recomeça.

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