quarta-feira, 25 de julho de 2007

templo?

Onde está a imagem?


segunda-feira, 23 de julho de 2007

se disse

Se há alguém que sabe tudo o que disse...
Há alguém que sabe tudo o que eu disse... não há.
Se faço tudo o que disse...
Se concordo com tudo o que disse...
Se sou o mesmo que um dia disse...
E se decidisse saber tudo o que disse.
E se um dia mudasse tudo o que disse.
Eu sei que muito do que disse... não digo.
Eu sei que disse o que não tinha para dizer.
Eu sei que agora digo que todos temos algo para dizer... e disse.

sexta-feira, 20 de julho de 2007

amanhã

Estou aqui. A adiafa permite-me irromper em cada dia. Por tudo o que mereço e sei viver. Distingo as cores subtis e vivas de segredos a crescer. Segredos que todos querem partilhar. E ao fim de tudo é o sol. Que porfia. Mas por si, e por todos. E por ele, em tudo o que quer filtrar. Estou aqui.

quarta-feira, 18 de julho de 2007

acender

Só depois de saber que tudo o que tinha era ouro.
Apenas quando soube que alguém ria se viu sorrir. Quando viu o sol percebeu quem era a sua sombra.

O castelo desmorona. A medievalidade persiste.

As marés crescem. As impurezas não são lavadas.


O que é uma imagem negra?

segunda-feira, 16 de julho de 2007

simples







Até quando será preciso mais?

quinta-feira, 12 de julho de 2007

seguro

O que conhecemos não pode ser o fim para o qual serve o mundo. Então, é porque há coisas que ainda não foram ditas, e outras que já não deviam ser ouvidas.

Não acredito que os jornais digam tudo o que sabem, e que o amor saiba tudo o que sente.

terça-feira, 3 de julho de 2007

sonhos



Uma resposta só tem sentido, quando a pergunta é sentida

segunda-feira, 2 de julho de 2007

caminhar ao choro da meia-noite

Caminhar pode não ser mais do que colocar um pé à frente do outro e chegar mais à frente. A meia-noite pode não trazer mais do que a sucessão dos dias e dar a hipótese de começar tudo de novo. Chorar pode não permitir mais do que produzir sons, verter lágrimas e deixar como escolha voltar a sorrir com mais convicção.
A lua sabe voltar. E trás e leva as marés. E junta-se sempre aos que caminharam.
O vento sabe levar as sementes, que reiniciam a esperança de permanência, que aconchega os que se permitem mudar de rumo, e começar, e recomeçar a explorar novos caminhos.
A chuva sabe lavar os rostos dos que choram e com eles pode sorrir.

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