quinta-feira, 14 de junho de 2007

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Sorri e deixa de sorrir. A frustração transfigurou-lhe o sonho; que surgiu por nada existir, e desapareceu por nada ter. As palavras são pouco claras, para si. Restringem os pensamentos. Então deixa-se sorrir e parar de sorrir. Levanta os braços ao céu; move os dedos dos pés remexendo a areia. Sorri e resolve continuar a sorrir.
Uma onda chega mais perto.
Olha para as suas mãos, lá em cima, recortadas de azul. As mesmas que sempre camuflou. Não deixa de sorrir.

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