segunda-feira, 21 de maio de 2007

sapiens sapiens

Preciso de ajuda.
Nem eu sabia que sabia e podia dizer isto sem que o mundo se desenrolasse. Ontem disse-o. Nada de mal se libertou. Ninguém me fez mal. Nem houve agoiro que a mim se tivesse dirigido. E depois ainda consegui ir à praia: pelo caminho, as pessoas continuavam a colocar um pé à frente do outro para conseguirem andar, e a mostrar os dentes quando sorriem.
Ao lá chegar, as ondas continuavam a vir e a regressar ao seio húmido e salgado que as acolhe. Sentei-me na areia, e o seu toque era diferente. O sol era diferente; as nuvens esparsas; a brisa indelével.
E a suavidade que me extasia permanece saborosa.

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