o que se sabe, sem saber

Só há três coisas, para além das que já falamos, que, apesar de tudo, não parecem ser mais do que isso. Mas mesmo assim, desta vez, fico à espera. Aguardo pelo que vai e vem. E fica. Depressa foges, sem voltar. Sem voltar ao início.
Para que todos saibam, eu explico: não há questões, mas dúvidas. Dúvidas que se sentem. Palavras que ficam. Foge-se delas. Ri-se. Porque não se chora?
Depois, adiante, volta-se ao mesmo, e fica-se. E mexe-se em tudo, ou quase. Pelo menos no que se pode. No que está mais perto.
Só com as palavras posso explicar o que sinto. Não! Estou enganado. Também o posso fazer com gestos. E com sinais. Ah, e posso pegar num lápis... Mas não. Não vale a pena. Quero apenas segredar, e é tudo... e espero...
Mas, e se voltar ao início? E disser que só há três coisas, para além das que já falamos, que, apesar de tudo, não parecem ser mais do que isso. Mas mesmo assim, desta vez, fico à espera. Aguardo pelo que vai e vem. E fica. Depressa foges, sem voltar. Sem voltar ao início...
Como é fácil falar do que não se sabe! E eu sei do que estou a falar...

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