quarta-feira, 16 de maio de 2007

imperdidos e desachados

Perdi o que tinha para dizer. Procurei por cima e por baixo e por dentro e por fora de todas as coisas... As coisas que tudo são, as coisas que não são tudo.
Por isso expresso-me onde vês, e como sentes. Sem outros sentidos incoerentes, no ecrã que podes ver e nunca palpar.
Então resta-me ir devagar, e tentar chegar sem traços de ideias furtivas, ou furtadas... o que todas são... por mais originais que se desmintam.
Não faz sentido ir a divagar.
Então torno-me mais subjectivo.
Faço o que não sou e vendo o que não vejo.
Tremo pela paz que não selecciono. E colecciono vocações interpostas em sinais vanguardistas... aparentemente, aparentemente perfeccionistas.
Acho-me disfrutável.

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