a vida pintada de branco

O vento que assola, que desola, não perturba. Parece que... até dá força.
As escarpas brancas (será que de medo, talvez de lhaneza?), continuam lá. Firmes como sempre. Mas estas têm um sentido especial. Junto delas está a vida.
A sua vida, ou... as vidas a que deu origem.
Este ano não está fácil. É preciso ir longe. E desta vez até foi rápido.
Finalmente. Lá estão eles. Mais esfomeados que nunca. Parece que começam a perceber o que está para chegar.
Alegria saciante. O caminho para o tempo percorrido, e sem esquecer o que falta afirmar.
É esta a lei da procura do destino, de uma incansável ave de rapina.

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